Tuas malditas palavras ainda ecoam em minha mente. Teu familiar calor ainda sobrevive em meu corpo frio, frágil. Eu ainda escuto anjos cantando quando penso em tua voz. Parece que há dias, anos que não nos vemos, quando, na verdade, não faz nem 4 horas. Mas a saudade é tanta… A escassez de ti é tamanha… Eu pego meu celular, com nossa foto de fundo, e a vontade de te mandar um sms me toma, a vontade de te ligar, mesmo não tendo nada pra falar somente escutar sua voz, me domina. É clichê, eu sei, mas é inevitável não te querer perto de mim. Encontro-me perdida, vagando, naquela mesma praça em que nos vimos pela primeira vez. Dois completos estranhos, que começaram a conversar por causa de um cara que estava à vender algodão doce. Sentados em um mesmo banco, comentávamos, mesmo que sem perceber, sobre o homem que passara por ali. Mas então logo o assunto deixou de ser o cara que vendia os algodões doces, para ser o próprio produto. “Como você pode nunca ter comido algodão doce?”, ele me dizia, surpreso. O que não passou de um princípio para fazê-lo levantar daquele banco e comprar um desses pra mim. Eu comi, e sorri. “Derrete na boca”, eu disse, como se fosse uma criancinha encantada com uma nova descoberta. Ele sorriu de volta. Aquele sorriso que pode alegrar qualquer um que estivesse mal. Mas então a conversa diversificou-se, o assunto passou a ser música. Ele me falava sobre uma banda que gostava muito… Mcfly. Nunca havia escutado uma música antes, mas ele pegou meu celular, passou “Falling in Love” e colocou-a como meu toque de chamada. Dizendo que, toda vez que escutasse aquela música, me lembraria dele. Eu não acreditei, mas a ouvi da mesma forma. O tempo passou, o sol foi embora, e a noite se iniciara. Como se fosse uma desculpa para voltar para casa, eu fui embora, mas com o número dele anotado num pedaço de guardanapo, com a tinta falha de uma caneta preta. Não sei o porquê de não ter anotado na agenda do celular, era menos provável de se perder, mas… Ah, aquele guardanapo logo mais me traria lembranças. Ao chegar a casa, a vontade de escutar aquela música era inevitável, toda vez que passava na rádio, eu me lembrava dele, assim como disse. Eu passei a comer algodão doce, toda sexta-feira à tarde esperando revê-lo, mas nunca o encontrava. Um tempo passou, mas a vontade de tê-lo continuava fixa em mim, a vontade de ligar para ele, reprimida pelo medo e insegurança, continuava a cada vez que pegava em meu telefone. Quando eu estava começando a me esquecer, a música dele tocou na rádio, indicada para uma garota com mesmo nome que o meu. Estranho, pensei. Mas não houve tempo para minha discussão interna, já que no mesmo instante, meu celular tocou. Era ele. O cara que pediu a música era ele. Encontramo-nos, e mais do que o esperado, nosso amor floresceu. Algo que nunca poderíamos ter imaginado. O toque do meu celular continua sendo Falling in love,o guardanapo que ele me entregara com seu número, continua guardado no mesmo lugar que deixei após voltar da nossa praça naquela sexta-feira, juntamente com todas aquelas fotos e lembranças que adquirimos através do tempo. E foi naquela praça, sentada naquele banco, comendo aquele algodão doce, ouvindo mcfly e segurando aquele pedaço de guardanapo com um número escrito com uma caneta falha preta, que eu descobri o amor da minha vida.
Mais uma dose de Whisky, por favor”, ela pedia pela quinta vez consecutiva. A cabeça baixa os ombros encolhidos, as olheiras gritantes nos olhos. Seus cabelos castanhos misturavam-se á coloração amarronzada do balcão do bar.de frente para uma prateleira com garrafas em demasia, cada uma com rótulo e formato diferente. Ela própria não sabia o porquê de estar enchendo a cara com toda aquela bebida agora, se nem nas festas ela tomava. Os seus olhos estavam excessivamente vermelhos, a maquiagem toda borrada. Já fazia mais de 3 horas que estava naquele bar de esquina afogando as mágoas que contorciam seu coração de remorso. Após ficar tanto tempo com receio de amar, acabou se entregando totalmente à esse sentimento. Duas semanas longe de seu amor, longe de tudo que a felicitava um dia. Tudo estava tão bem… Ela andava com as roupas dele pela casa, riam de piadas que só eles entendiam e compartilhavam cada palavra que surgisse na mente. Mas, do nada, ele ficou frio, ela ficou fria, as palavras passaram a ficar presas na garganta, adquirindo um saber amargo, e eles cada vez ficavam mais distantes. Ele se foi, e levou consigo o motivo dos seus sorrisos verdadeiros. Hoje, 11/06, véspera do dia dos namorados, como qualquer outra segunda-feira rotineira, ele mandaria uma sms desejando-a um ótimo dia. E à noite, 00h exatamente, ele a acordaria com sua tão doce voz desejando-a um feliz dia dos namorados. O barman acabara de entregar seu pedido. Ela virou o copo de uma vez só. Gemeu. Aquele líquido era forte e queimava lhe a garganta. O foco de seu pensamento mudou, concentrou-se na prova de física que realizaria na próxima sexta, mas nada além de meros segundos, já que logo se perdera em uma equação muito complexa onde um mais um era sempre igual a nós. Não importava o quanto quisesse parar de pensar nele, era impossível. Ela sentiu a presença de alguém ao seu lado, levantou a cabeça como um ato reflexo. “Quer uma bala para adoçar a vida?” o cara oferecia. Como não tinha nada a perder, ela aceitou e por mais irônico que seja a bala tinha gosto amargo. Fez uma careta e ele sorriu. Por mais louco que aquilo fosse, aquele estranho prendera sua atenção por tanto tempo, que por um momento até se esqueceu de seus pesares. Seu coração continuava pesado, machucado, mas depois que se sentou a seu lado esse sentimento diminuiu. A partir daquele momento, a noite passou rápido, as horas voaram e as lágrimas até pararam de cair. Ela sentia-se segura, como se uma nova alma habitasse seu corpo frágil. Todo aquele álcool que ingeriu não permitia que voltasse sozinha para a casa, então ele a levou. Na manhã seguinte acordou com uma dor de cabeça nauseante, a noite não passava de um borrão. A única coisa nítida era aquele cara com seus olhos verdes e cabelos negros, Lucas, e sua maldita frase “quer uma bala para adoçar a vida?” que me fez abrir as portas para o amor novamente.
Mais uma dose de Whisky, por favor”, ela pedia pela quinta vez consecutiva. A cabeça baixa os ombros encolhidos, as olheiras gritantes nos olhos. Seus cabelos castanhos misturavam-se á coloração amarronzada do balcão do bar.de frente para uma prateleira com garrafas em demasia, cada uma com rótulo e formato diferente. Ela própria não sabia o porquê de estar enchendo a cara com toda aquela bebida agora, se nem nas festas ela tomava. Os seus olhos estavam excessivamente vermelhos, a maquiagem toda borrada. Já fazia mais de 3 horas que estava naquele bar de esquina afogando as mágoas que contorciam seu coração de remorso. Após ficar tanto tempo com receio de amar, acabou se entregando totalmente à esse sentimento. Duas semanas longe de seu amor, longe de tudo que a felicitava um dia. Tudo estava tão bem… Ela andava com as roupas dele pela casa, riam de piadas que só eles entendiam e compartilhavam cada palavra que surgisse na mente. Mas, do nada, ele ficou frio, ela ficou fria, as palavras passaram a ficar presas na garganta, adquirindo um saber amargo, e eles cada vez ficavam mais distantes. Ele se foi, e levou consigo o motivo dos seus sorrisos verdadeiros. Hoje, 11/06, véspera do dia dos namorados, como qualquer outra segunda-feira rotineira, ele mandaria uma sms desejando-a um ótimo dia. E à noite, 00h exatamente, ele a acordaria com sua tão doce voz desejando-a um feliz dia dos namorados. O barman acabara de entregar seu pedido. Ela virou o copo de uma vez só. Gemeu. Aquele líquido era forte e queimava lhe a garganta. O foco de seu pensamento mudou, concentrou-se na prova de física que realizaria na próxima sexta, mas nada além de meros segundos, já que logo se perdera em uma equação muito complexa onde um mais um era sempre igual a nós. Não importava o quanto quisesse parar de pensar nele, era impossível. Ela sentiu a presença de alguém ao seu lado, levantou a cabeça como um ato reflexo. “Quer uma bala para adoçar a vida?” o cara oferecia. Como não tinha nada a perder, ela aceitou e por mais irônico que seja a bala tinha gosto amargo. Fez uma careta e ele sorriu. Por mais louco que aquilo fosse, aquele estranho prendera sua atenção por tanto tempo, que por um momento até se esqueceu de seus pesares. Seu coração continuava pesado, machucado, mas depois que se sentou a seu lado esse sentimento diminuiu. A partir daquele momento, a noite passou rápido, as horas voaram e as lágrimas até pararam de cair. Ela sentia-se segura, como se uma nova alma habitasse seu corpo frágil. Todo aquele álcool que ingeriu não permitia que voltasse sozinha para a casa, então ele a levou. Na manhã seguinte acordou com uma dor de cabeça nauseante, a noite não passava de um borrão. A única coisa nítida era aquele cara com seus olhos verdes e cabelos negros, Lucas, e sua maldita frase “quer uma bala para adoçar a vida?” que me fez abrir as portas para o amor novamente.
Mais uma dose de Whisky, por favor”, ela pedia pela quinta vez consecutiva. A cabeça baixa os ombros encolhidos, as olheiras gritantes nos olhos. Seus cabelos castanhos misturavam-se á coloração amarronzada do balcão do bar.de frente para uma prateleira com garrafas em demasia, cada uma com rótulo e formato diferente. Ela própria não sabia o porquê de estar enchendo a cara com toda aquela bebida agora, se nem nas festas ela tomava. Os seus olhos estavam excessivamente vermelhos, a maquiagem toda borrada. Já fazia mais de 3 horas que estava naquele bar de esquina afogando as mágoas que contorciam seu coração de remorso. Após ficar tanto tempo com receio de amar, acabou se entregando totalmente à esse sentimento. Duas semanas longe de seu amor, longe de tudo que a felicitava um dia. Tudo estava tão bem… Ela andava com as roupas dele pela casa, riam de piadas que só eles entendiam e compartilhavam cada palavra que surgisse na mente. Mas, do nada, ele ficou frio, ela ficou fria, as palavras passaram a ficar presas na garganta, adquirindo um saber amargo, e eles cada vez ficavam mais distantes. Ele se foi, e levou consigo o motivo dos seus sorrisos verdadeiros. Hoje, 11/06, véspera do dia dos namorados, como qualquer outra segunda-feira rotineira, ele mandaria uma sms desejando-a um ótimo dia. E à noite, 00h exatamente, ele a acordaria com sua tão doce voz desejando-a um feliz dia dos namorados. O barman acabara de entregar seu pedido. Ela virou o copo de uma vez só. Gemeu. Aquele líquido era forte e queimava lhe a garganta. O foco de seu pensamento mudou, concentrou-se na prova de física que realizaria na próxima sexta, mas nada além de meros segundos, já que logo se perdera em uma equação muito complexa onde um mais um era sempre igual a nós. Não importava o quanto quisesse parar de pensar nele, era impossível. Ela sentiu a presença de alguém ao seu lado, levantou a cabeça como um ato reflexo. “Quer uma bala para adoçar a vida?” o cara oferecia. Como não tinha nada a perder, ela aceitou e por mais irônico que seja a bala tinha gosto amargo. Fez uma careta e ele sorriu. Por mais louco que aquilo fosse, aquele estranho prendera sua atenção por tanto tempo, que por um momento até se esqueceu de seus pesares. Seu coração continuava pesado, machucado, mas depois que se sentou a seu lado esse sentimento diminuiu. A partir daquele momento, a noite passou rápido, as horas voaram e as lágrimas até pararam de cair. Ela sentia-se segura, como se uma nova alma habitasse seu corpo frágil. Todo aquele álcool que ingeriu não permitia que voltasse sozinha para a casa, então ele a levou. Na manhã seguinte acordou com uma dor de cabeça nauseante, a noite não passava de um borrão. A única coisa nítida era aquele cara com seus olhos verdes e cabelos negros, Lucas, e sua maldita frase “quer uma bala para adoçar a vida?” que me fez abrir as portas para o amor novamente.
Três anos se passaram desde sua partida. Meu coração continua apertado, o peito dolorido, sufocado por lágrimas inauditas. A única coisa que tenho de você são essas cartas que tanto escrevo, mas nunca cheguei de fato a enviá-las, acompanhadas de fotos antigas, rasgadas, já apagando devido aos anos. O tempo passou sem que eu percebesse, você foi embora de verdade, contrariando a minha hipótese de que aquela seria somente uma daquelas nossas brigas diárias,mas que logo terminariam com um beijo apaixonado. Você foi e nunca voltou, deixando-me desesperada, inconsolável, perdida em um lugar que não sentia ser meu. Mas as imagens continuam espalhadas pelas paredes do meu quarto, e nossa foto no meu papel de parede do celular. E meu dia-a-dia rotineiro revela-se apenas por ligações nunca atendidas, e por mensagens deixadas na secretária eletrônica. Acho que depois que deixou-me sozinha, a única coisa que permaneceu a mesma, sem nenhuma mudança mínima sequer, foi a mensagem da secretária. Aquela mesma, que consiste na sua doce voz rouca gravada. E você não percebe, mas desde aquela nossa última noite, eu tenho chorado todos os dias. Desde aquelas nossas últimas palavras amargas, eu tenho pensado mil e uma vezes antes de abrir minha boca. E mesmo com todas minhas frustradas tentativas de te encontrar em um outro alguém, eu ainda tentava. Tentava te esquecer, mesmo que no fundo soubesse que era impossível. Mas eu estou aqui, escrevendo-te mais uma vez, borrando mais outra folha de papel com essas lágrimas que rolam sob meu rosto, consequência dessa saudade que habita meu peito. Eu estou aqui, abrindo meu coração para alguém que, possivelmente, nem deve se lembrar do meu nome ou da minha cara. Mas nada importa se o amor é grande o bastante. E o meu amor por ti é grande o suficiente para me fazer jogar o orgulho fora e dizer-te: volta para mim.
Ando cansada de repetir o mesmo roteiro, os mesmos erros, as mesmas expectativas. Cansada de vagar sem rumo algum. Talvez eu devesse parar de pensar no amanhã e me preocupar mais com o hoje. Talvez eu devesse agir por impulso, pelo menos dessa vez. Viver sem medo do que pode vir a dar errado. Eu quero ter a certeza de que não vou ter que viver com as consequências disso a sós, quero alguém para com quem partilhar. Quero jogar para o alto os passados, os medos, me livrar dessa insegurança que consome com minh’alma. Quero me sentir livre, ao menos dessa vez.
Ando cansada de repetir o mesmo roteiro, os mesmos erros, as mesmas expectativas. Cansada de vagar sem rumo algum. Talvez eu devesse parar de pensar no amanhã e me preocupar mais com o hoje. Talvez eu devesse agir por impulso, pelo menos dessa vez. Viver sem medo do que pode vir a dar errado. Eu quero ter a certeza de que não vou ter que viver com as consequências disso a sós, quero alguém para com quem partilhar. Quero jogar para o alto os passados, os medos, me livrar dessa insegurança que consome com minh’alma. Quero me sentir livre, ao menos dessa vez.
Ando cansada de repetir o mesmo roteiro, os mesmos erros, as mesmas expectativas. Cansada de vagar sem rumo algum. Talvez eu devesse parar de pensar no amanhã e me preocupar mais com o hoje. Talvez eu devesse agir por impulso, pelo menos dessa vez. Viver sem medo do que pode vir a dar errado. Eu quero ter a certeza de que não vou ter que viver com as consequências disso a sós, quero alguém para com quem partilhar. Quero jogar para o alto os passados, os medos, me livrar dessa insegurança que consome com minh’alma. Quero me sentir livre, ao menos dessa vez.
Ando cansada de repetir o mesmo roteiro, os mesmos erros, as mesmas expectativas. Cansada de vagar sem rumo algum. Talvez eu devesse parar de pensar no amanhã e me preocupar mais com o hoje. Talvez eu devesse agir por impulso, pelo menos dessa vez. Viver sem medo do que pode vir a dar errado. Eu quero ter a certeza de que não vou ter que viver com as consequências disso a sós, quero alguém para com quem partilhar. Quero jogar para o alto os passados, os medos, me livrar dessa insegurança que consome com minh’alma. Quero me sentir livre, ao menos dessa vez.
Ando cansada de repetir o mesmo roteiro, os mesmos erros, as mesmas expectativas. Cansada de vagar sem rumo algum. Talvez eu devesse parar de pensar no amanhã e me preocupar mais com o hoje. Talvez eu devesse agir por impulso, pelo menos dessa vez. Viver sem medo do que pode vir a dar errado. Eu quero ter a certeza de que não vou ter que viver com as consequências disso a sós, quero alguém para com quem partilhar. Quero jogar para o alto os passados, os medos, me livrar dessa insegurança que consome com minh’alma. Quero me sentir livre, ao menos dessa vez.